E nesse ano de 2025, consegui antecipar e fazer com calma o Suco da Confusão, tanto que consegui fazer até mesmo escrever sobre ela ainda esse ano! A minha receita foi produzida na 09 Malte & Burger (na Praça Maria Amélia, no centro do Rio de Janeiro), com colaboração e contribuição do Bruno Antunes durante a brassagem e nos ajustes na receita, assim como o Bruno Bigode no apoio para carbonatação e envase dos quase 50 litros desse ano!
Durante o processo, como acontece há alguns anos, sempre precisamos mudar o lúpulo ou a levedura. Mas esse ano, a troca teve um impacto maior: ajuste nos maltes utilizados, mudança na quantidade e principalmente a escolha de um novo lúpulo (Eukanot, com uma pegada de pimenta verde e mais herbal que notas cítricas), que surpreendeu tanto a mim quanto ao Bruno.
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| Crianças felizes fazem cerveja! |
Acho que de ter conseguido provar o Suco da Confusão antes da entrega ao povo da malandragem, conseguindo agendar e fazer a cerveja com mais tempo de espera, um cold crash um pouco mais longo e um envase repartido em dois barris de 30 litros fizeram muita diferença no resultado final
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| O lúpulo sendo medido durante a fervura |
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| A cor da cerveja durante a trafegação |
O Suco da Confusão de 2025 terminou como uma Session IPA (poderia até ser uma Session NEIPA) com 4,8% de ABV e 38 de IBU, aparência dourada, turva e espuma persistente. No aroma, notas herbais com uma leve pegada cítrica de tangerina e maracujá. No sabor, amargor presente com leve toque apimentado ao final do retrogosto. Corpo médio, excelente drinkability, ótima para beber em qualquer ocasião!
| O resultado final |
O povo da malandragem recebeu sua parte, bebeu bastante e cobrou mais litros na próxima entrega: eles secaram tudo muito rápido!
E como venho fazendo todos os anos, clique aqui para assistir ao vídeo com alguns momentos da brassagem.
E como sempre, Salve Zé! Salve a malandragem!






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