Já tem algum tempo desde que comecei a escrever e não havia feito nenhuma citação, nem ao bar e muito menos sobre as duas primeiras cervejas que provei, as "culpadas" pelo Confesso que Bebi. O bar é o execelente Beertaste, na Barra da Tijuca, um lugar agradável que conheci há mais de dois anos onde o dono, o gente finíssima Léo Oliveira, comanda as cervejas. Resolvi procurar as minhas primeiras fotos das cervejas que consumi no bar e encontrei poucas.
13 de janeiro de 2012
12 de janeiro de 2012
A lei da Wernesgrüner
Rótulos:
Alemanha,
Wernesgrüner Pils
Cervejas da Alemanha têm como a regra de sua escola obedecer ao Reinheitsgebot (lei da pureza da cerveja, promulgada em 1516 e que instituiu que a cerveja deveria ser fabricada apenas com os seguintes ingredientes: água, malte de cevada e lúpulo - a levedura ainda não era conhecida no século XIV). E a promulgação do duque Guilherme IV da Baviera tem uma representante mais do que fiel: a Wernesgrüner Pils, que poderia até ser chamada de uma cerveja fabricada na lei!
11 de janeiro de 2012
Witbier no Boteco Colarinho
Depois do trabalho resolvi esticar um pouco e não ir direto para casa: passei em Botafogo para beber uma cerveja no Boteco Colarinho, conhecido por ter nove chopps diferentes e estar sempre muito bem freqüentado. Apesar do tempo bom, abri mão da especialidade da casa e pedi uma cerveja especial.
10 de janeiro de 2012
Cervezas de Chile y España
Amigos vêm e vão, mas as cervejas ficam. Esta lição vale quando se ganha garrafas e se perde amizades. E foi assim que apareceram duas novidades em minha casa, uma da Espanha e outra do Chile. Uma cerveja espanhola com descendência e natureza francesa. Estou falando da A.K. Damm, as inicias de August Kuentzmann Damn, cuja família fugiu da Alsácia durante a guerra franco-prussiana nos idos de 1876. Ao chegar a Barcelona, Espanha, continuaram a tradição da família em fazer cerveja. Veja no verso do rótulo o orgulho de se falar dessa região francesa que faz fronteira com a Suíça e a Alemanha:
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